Sinop: ‘Corpo de garota assassinada está há quase 6 meses no IML’ diz mãe

Mais uma vez o drama de não poder enterar o corpo de um familiar volta a ser destaque em Sinop. Tudo porque a falta de reagente para fazer exames de DNA e testes para identificar as vítimas  precisam ser feitos em Cuiabá.

A mãe Glaucineia Bueno da pequena Lariane Vitória de 11 anos, assassinada em maio deste ano, espera com tristesa há quase seis meses para enterrar o corpo da garota. A mãe revelou que os restos mortais da jovem estão no Instituto de Medicina Legal (IML) em Sinop e o sofrimento aumenta a cada dia.

Glaucineia emocionada disse que gostaria de voltar no tempo e procurar ajuda para a filha. “Daria tudo para poder ajudar mais, se eu pudesse iria interna-la para evitar a morte dela” disse a mãe.

O corpo de Lariane Vitória foi localizado na tarde deste sábado (27/05) em um terreno na Rua 17 entre os bairros Boa Esperança e Vitória Régia. Ela ficou desaparecida cerca de uma semana. Populares que passavam pelo local avistaram o corpo e acionaram a Polícia Militar.

A família da criança estava desesperada em busca de informações sobre o paradeiro de Lariane. A mãe conta que viu ela pela última vez por volta da meia noite do sábado (20/05) passado na Rua 12 e não teve mais notícia da filha. Ela foi encontrada em estado avançado de decomposição.

Investigadores do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) trabalham no caso constantemente e até agora nenhum pista de quem seria o autor foi encontrada. Foram ouvidas várias pessoas inclusive parentes e ninguém sabe quem teria assassinado a garota.

Devido ao estado avançado de decomposição do corpo a perícia não identificou perfuração de arma branca ou tiro.

Histórico da vítima

Mesmo com idade considerada como criança, Lariane tinha longa ficha na delegacia com vários atos infracionais como furtos, roubos e era usuária de drogas.

Para tentar frear as ações da garota, a mãe chegou a tomar medidas drásticas como trancá-la em casa e até acorrenta-la, porém após uma melhora nos comportamentos a garota voltou a ‘dar trabalho’.

 

FONTE: Eder Seger

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